Sexo Indiano

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Sexo Indiano

Sexo Indiano

Sexo Indiano está aparentemente se tornando um dos mais recorrentes e populares fetiches atualmente. Na internet podemos ver um número crescente de websites eróticos especializados em postar toneladas de fotos de sexo indiano e vídeos de sexo indiano de belezas indianas. A razão porque o sexo indiano repentinamente se tornou um assunto de tanto interesse é incerta.

Provavelmente, a idéia de sexo indiano evoca uma aura de algo exótico e misterioso ao mesmo tempo que a aparência da mulher indiana parece diferente comparada com a maioria das mulheres americanas ou européias. Além disso, o povo indiano e toda a civilização oriental sempre foi visto como um povo muito desenvolvido sexualmente. Kama Sutrasexo tântrico e cozinha e dança exóticas sempre presentes em qualquer história sobre sexo indiano são coisas que certamente adicionaram bastante interesse ao fetiche.

Muitos dos sites que encontramos na internet permitem às pessoas que enviem suas próprias fotos, dando um toque mais amador, muito apreciado pelas pessoas que gostam do fetiche por sexo indiano. Em vez de modelos posando para fotos óbvias e clichês, encontramos a mulher de verdade, algumas que inclusive não se encaixam em certos padrões de beleza, mas o fato de serem indianas é suficiente para chamar a atenção dos fetichistas.

Por outro lado, o fetiche por sexo indiano tem sido para algumas pessoas um tipo de justificativa para exploração sexual dos povos vivendo nas regiões mais pobres da Índia e arredores. Algumas mulheres estão sendo obrigadas a posar para fotos ou performances em serviços de webcam ao vivo e filmes de sexo indiano como modo de vida. Para muitas dessas mulheres (e não é raro encontrar garotas menores de idade nesses websites), é a única maneira de sobreviver em tais condições, criando uma certa rede de “cafetinagem virtual”. É difícil determinar quais sites são mais honestos dentre as centenas de páginas disponíveis, mas com um pouco de bom senso, sexo indiano pode ser um fetiche muito interessante.

A História do Ananga Ranga

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A História do Ananga Ranga

Ananga Ranga é um livro indiano sobre a sexualidade humana que é freqüentemente confundido com o Kama Sutra (com alguns autores até mesmo se referindo ao Ananga Ranga como parte do Kama Sutra, um erro comum em “versões” online de ambos os livros contendo posições sexuais). Tal erro provavelmente ocorre devido ao fato de ambos livros serem escritos no mesmo idioma e tratarem de assuntos semelhantes (ambos incluindo descrições de posições sexuais). Outra similaridade entre os livros é que ambas traduções para o inglês dos originais em sânscrito foram publicadas pelo lingüista e explorador Sir Richard Burton, o Kama Sutra tendo sido publicado em 1883 e o Ananga Ranga dois anos depois.

Entretanto, existe uma forte conexão entre os dois trabalhos, já que o autor Kalyana Malla usou as informações obtidas no Kama Sutra como uma das fontes para escrever o Ananga Ranga, no princípio do século XVI (o primeiro foi escrito entre os séculos I e VI). A diferença mais perceptível entre os livros é que o Ananga Ranga era inteiramente dedicado ao sexo, enquanto o Kama Sutra também trata de aspectos éticos e sociais da vida na Índia antiga (ainda que o livro seja freqüentemente citado como uma simples lista de posições sexuais).

O autor do Ananga Ranga acreditava que a principal razão para separações entre casais era o desejo do marido de ter prazeres variados devido à monotonia no relacionamento. Por essa razão, o Ananga Ranga foi escrito visando prevenir essa separação, incluindo descrições de diversos tipos diferentes de beijos, mordidas, e mesmo tapas, sem mencionar uma coleção ampla de posições sexuais. Essas posições sexuais eram divididas em capítulos de acordo com a posição inicial. Kalyana acreditava que manter o casamento era responsabilidade do homem, e por essa razão o Ananga Ranga era escrito exclusivamente para os homens. O Ananga Ranga é também conhecido como Kama Shastra, especialmente em edições que se concentram nos capítulos sobre as posições sexuais.

A História do Jardim Perfumado

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A História do Jardim Perfumado

jardim perfumado Xeque Nefzaui

Jardim Perfumado é outro livro que juntamente com o Kama Sutra e o Ananga Ranga pode traduzir os pensamentos e idéias dos povos da Arábia e Norte da África sobre a sexualidade humana e relacionamentos, que tiveram (em parte graças à esses livros) um forte impacto nos valores de nossa sociedade atual. Muito mais do que um simples trabalho de pornografia repleto de listas de posições sexuais como muitas pessoas ainda acreditem que sejam, esses livros oferecem interessantes visões na maneira como o sexo era tratado nos tempos antigos.

Escrito por volta do século XVI na Arábia por Sheikh Nefzaoui, o Jardim Perfumado era um manual sobre sexo, o que em uma sociedade dominada pelos homens como era na época em que foi escrito, era proibido para mulheres, especialmente por conter detalhes de posições sexuais. O livro foi também traduzido por Richard Burton (mesmo tradutor do Kama Sutra), apesar que desta feita, ele utilizou uma tradução anterior feita para o francês como referência. Considerado mais humorístico e erótico do que os outros livros sobre o assunto (especialmente o Kama Sutra), o Jardim Perfumado incluía mais do que apenas descrições de posições sexuais, mas também descrições de características de mulheres e homens atraentes, e uma extensa lista de nomes para o pênis e a vagina (Lingam e Yoni, em sânscrito) de acordo com seu tamanho e formato, e também diferentes maneiras e posições sexuais para excitar a mulher antes da penetração. Alguns especialistas afirmam que a maioria das descrições para as diferentes posições sexuais foram emprestadas de trabalhos árabes.

Também diferentemente do Kama Sutra, o Jardim Perfumado incluía um capítulo sobre homossexualidade, com claras referências à lesbianismo e um capítulo sobre pederastia. Ambos foram deixados de fora do livro quando este foi traduzido. Freqüentemente, o Jardim Perfumado é tratado como um guia de posições sexuais, da mesma forma que acontece com o Kama Sutra. É também comum vermos os ambos Kama Sutra e Jardim Perfumado juntos como se fosse um livro só, apesar de suas diferenças em conteúdo e época.

Jardim Perfumado é outro livro que juntamente com o Kama Sutra e o Ananga Ranga pode traduzir os pensamentos e idéias dos povos da Arábia e Norte da África sobre a sexualidade humana e relacionamentos, que tiveram (em parte graças à esses livros) um forte impacto nos valores de nossa sociedade atual. Muito mais do que um simples trabalho de pornografia repleto de listas de posições sexuais como muitas pessoas ainda acreditem que sejam, esses livros oferecem interessantes visões na maneira como o sexo era tratado nos tempos antigos.

Escrito por volta do século XVI na Arábia por Sheikh Nefzaoui, o Jardim Perfumado era um manual sobre sexo, o que em uma sociedade dominada pelos homens como era na época em que foi escrito, era proibido para mulheres, especialmente por conter detalhes de posições sexuais. O livro foi também traduzido por Richard Burton (mesmo tradutor do Kama Sutra), apesar que desta feita, ele utilizou uma tradução anterior feita para o francês como referência. Considerado mais humorístico e erótico do que os outros livros sobre o assunto (especialmente o Kama Sutra), o Jardim Perfumado incluía mais do que apenas descrições de posições sexuais, mas também descrições de características de mulheres e homens atraentes, e uma extensa lista de nomes para o pênis e a vagina (Lingam e Yoni, em sânscrito) de acordo com seu tamanho e formato, e também diferentes maneiras e posições sexuais para excitar a mulher antes da penetração. Alguns especialistas afirmam que a maioria das descrições para as diferentes posições sexuais foram emprestadas de trabalhos árabes.

Também diferentemente do Kama Sutra, o Jardim Perfumado incluía um capítulo sobre homossexualidade, com claras referências à lesbianismo e um capítulo sobre pederastia. Ambos foram deixados de fora do livro quando este foi traduzido. Freqüentemente, o Jardim Perfumado é tratado como um guia de posições sexuais, da mesma forma que acontece com o Kama Sutra. É também comum vermos os ambos Kama Sutra e Jardim Perfumado juntos como se fosse um livro só, apesar de suas diferenças em conteúdo e época.

História do Donjuanismo

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Donjuanismo e o sexo dos dias de hoje

Donjuanismo

Quem já não ouviu falar, ou já não leu alguma coisa sobre o histórico Dom Juan, “O conquistador?” Aquele que arrebata os corações femininos, com requintes de sedução e erotismo? Pois sim, estamos nos referindo ao Dom Juan, e iremos nos detalhar sobre o que acontece com esse tipo de homem, que sofre desse mal, ou melhor, da Síndrome do donjuanismo.

Existe até mesmo um filme, chamado Don Juan de Marco, com os atores Johnny Depp e Marlon Brando, que foi escrito e dirigido por Leven Jeremy, onde é contada a historia de um homem (Johnny depp) que se achava o próprio Don Juan, que tão logo ao iniciar tratamento com o psiquiatra (Marlon Brando), por tentar suicídio, começou, ao relatar toda sua historia, a influenciar na vida do medico (psiquiatra), que deixava sempre sua esposa pra segundo plano. A vida de todos sofre uma mudança, através de uma fantasia de donjuanismo.

Mas e por trás de toda essa bela história de sedução, de conquista, erotização, que fazem parte da vida de Don Juan, o que pode existir? Afinal de contas, se torna curioso tentar entender o que se passa com esse tipo de mente masculina que segue a “corrente” do Don Juan.

Podemos fazer uma breve relação sobre o donjuanismo e arte do ficar, este (muito bem estabelecido e já compreendido por todos, principalmente os jovens).O que existe de comum entre ambos é justamente, a falta de comprometimento no final da conquista.

É correto afirmar que diferenças também são evidentes, pois no donjuanismo, depois de escolhido o alvo, este partia com muita garra e vontade para tê-la em seus braços, não faltava sedução, carinhos, envolvimentos, como se fosse a ultima conquista, era feito de tudo para seduzi-la, e assim que a tinha em seus braços, se entregava de corpo e alma, todavia depois do ato consumado e da conquista feita por completa, vinha o abandono, pois já não tinha mais graça e sentido, a continuidade não faz parte dos planos de Don Juan, e então vinha o abandono, até que se conheça o próximo alvo de seus olhos sedutores.

Já no ficar de hoje em dia, não existe tão rigorosamente o critério da conquista (até mesmo pela facilidade numérica, de mais mulheres para poucos homens), nisso há o desejo, a vontade de ficar com uma pessoa (mulher) no caso, mas se ao perceber dificuldades, o homem parte para outra sem se preocupar com a posse, com planos de conquista. E aí está a diferença entre o donjuanismo e o ficar dos dias atuais, mas podemos dizer, sim que Don Juan era um eterno ficante, dos tempos remotos.

Entendendo um pouco sobre o donjuanismo:

Sendo este um aspecto particular do comportamento humano, essa classificação não existe em denominações no CID. 10 ou DSM.IV, não significando com isso que pessoas com esse tipo de comportamento não existam.

O que ocorre com Dom Juan, independente da interpretação que o filme “Dom Juan de marco” nos coloca, é que no donjuanismo há uma liberdade sexual e explícita, que possui como característica fundamental, a compulsão pela arte da sedução, se refletindo numa estrutura social e comportamental especifica, que tem necessidade de seduzir o tempo todo, gostando de todo contexto que envolve uma conquista difícil, por uma vez conquistada, a abandona. Não existe o apego, nem o desejo de continuidade, assim como o desprezo pelos sentimentos da mulher desejada.E isso gera aspectos de critérios para o diagnostico de Sociopatia ou de personalidade Anti-social.

No donjuanismo há o interesse instantâneo pelo prazer e o seu grande triunfo sobre a conquista. E quando seu objeto de desejo tem uma situação civil proibida, ou seja, se a mulher escolhida, é casada, filha de um amigo, e assim por diante, representando algo mais complicado para o seu objetivo final (da conquista). O aspecto marcante na personalidade do donjuanismo é justamente a dificuldade e a competição, ele precisa desses fatores para suas conquistas ter um gosto especial.

Para alguns especialistas, o donjuanismo pode conter um excesso no complexo de Édipo, se fixando na figura materna, visto que muitos deles acabam morando com a mãe e não constituem família.

Um Don Juan seria o homem perfeito se não desejasse mais a mulher que escolheu para desejar e conquistar, pois ele sabe muito sobre os gostos e a fraquezas de suas vitimas, se tornariam verdadeiros príncipes encantados, se não fosse o desprezo pelo sentimento da vitima a qual seduziu, pois não fica com nenhum resquício de emoção por esta, e logo sai à procura de novos alvos.

O donjuanismo deve sim ser objeto de atenção medica, não por se tratar de um doente, mas por se tratar de um ser não normal e que implica sentimentos de sofrimento em outras pessoas. Frente a isso existe no DSM.IV e na CID. 10 alguns critérios encontrados no Don Juan que podem também ser encontrado no transtorno Dissocial da personalidade ou no transtorno Anti-social da personalidade.

Don Juan, só tem sucesso em suas conquistas amorosas, pois em outros aspectos da vida, não costuma ser bem sucedido. Seu trajeto de vida não costuma ter um final feliz, pois alem de estarem sempre sós, não constituem família, e quando a idade avança, e, por exemplo, já estão na faixa dos sessenta anos, e querem partir para a conquista de mocinhas de vinte anos, suas tentativas já estão fora do contexto, alem de serem ridicularizadas. Nesse momento podem começar a se sentirem angustiados, quando acabam se dando conta da solidão.

Don Juan, é melhor que fique sempre nos sonhos das mulheres, porque na realidade, encontrar um Don Juan, seria sinônimo de sofrimento e desprezo pra vida toda.

Sexo no mundo

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Sexo, uma volta pelo Mundo

história da sexualidade no mundo

Você ainda acha que o sexo é igual para todos, qualquer que seja o lugar? Que tal dar uma volta e conhecer os costumes e as curiosidades de alguns povos em diferentes lugares do planeta.

Na África do sul, na tribo dos Zulus, o rei podia ter até cem esposas. Alguns costumes dessa tribo são peculiares: é proibido manter relações sexuais após um pesadelo, durante uma tempestade. A mesma regra vale caso o marido tenha matado uma cobra grande, um crocodilo ou uma hiena.

No Afeganistão, na época do regime ultra-radical e conservador do Taliban, a sexualidade das mulheres era extremamente castradora. As mulheres eram obrigadas a cobrirem todo o corpo com uma espécie de manto denominado Burka, restando uma pequena abertura na altura dos olhos e nariz, protegida por um tecido mais fino, permitindo assim a visão.Ao entrarem na adolescência, elas eram proibidas de dirigir qualquer palavra aos homens, exceto os parentes. Olhar ou permanecer mais de cinco minutos com outro homem que não fosse de sua família, era considerado adultério, e a mulher poderia ser apedrejada em praça pública até a morte. Não podiam amamentar seus filhos em lugares públicos. Eram proibidas ainda de estudar e trabalhar. Sair de casa, somente era permitido na companhia de parentes. As mulheres não podiam usar maquiagem, jóias, esmalte (aquelas que ousassem sair com as unhas pintadas poderiam ter seus dedos amputados) ou fazer barulho com a sola do sapato em público. As janelas das casas em que moravam mulheres deveriam ser pintadas, de forma que quem estivesse do lado de foras não pudessem vê-las.

Após a derrubada do regime Taliban, noticiários de tv exibiram imagens de um povo comemorando sua “liberdade”. Essas imagens de um país em reconstrução mostraram que algumas mulheres já aboliram o uso da Burka, porém outras ainda não. Toda e qualquer transformação pode afetar a forma de exercer a sexualidade. De qualquer forma as transformações de toda uma cultura costumam ser lentas e, nesse caso, somente o tempo se encarregará de mostrar os resultados.

No Alasca, em algumas tribos de esquimós existe a tradição de oferecer, ou melhor, colocar a disposição do visitante, a esposa ou a filha, como gesto de amizade e boas vindas. Essa tradicional “hospitalidade sexual” também é encontrada em alguns locais da Sibéria e da Polinésia.

Em Angola, quando um homem é coroado Saba (rei que chefia um grupo de tribos), este recebe de presente uma virgem e precisa transar com ela na presença de seus súditos. Na tribo Ashanti, em Gana, as viúvas são obrigadas a ter relações sexuais com estranhos para que possam se libertar do espírito do marido falecido.

Em Botsuana, a poligamia é permitida aos homens. Quando este se encontra ausente, é permitido as suas esposas manterem relações sexuais entre si. Neste país, os pequenos lábios vaginais “tão grandes quanto a asa de um morcego” são considerados atrativos por esse povo, de forma que desde crianças as meninas são acostumadas a puxarem seu pequenos lábios, sendo que elas também costumam matar morcegos para que após queimar as suas asas, possam passar suas cinzas pelos cortes feitos em volta da região.

Após tudo que foi descrito acima, após uma breve viagem ao mundo, é inegável que a maneira como exercemos o sexo é fruto das influências sócio-culturais de um povo em uma determinada época. E você, ainda acha que o sexo é igual para todos?

Para quem pensa apenas no prazer que o sexo proporciona pode  parecer sem sentido pensar no aspecto de procriação que envolve o sexo, se você deseja saber como ficar grávida rápido leia o artigo disponível no link.

A MODA E O PÊNIS

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A MODA E O PÊNIS

sexualidade e moda

Num primeiro momento o pênis pareceria irrelevante para a moda, certo? Sem glamour para a noite, saliente demais para roupas de trabalho. Mas nem sempre foi assim. Em tempos e lugares diferentes, existiram homens que se vestiam tendo em vista o seu pênis como preocupação principal.

Existem relatos de que na Grécia Clássica, os jovens se exercitavam e freqüentemente andavam nus. Assim, para evitar danos ao pênis, o homem puxava a extremidade do prepúcio cobrindo a cabeça do pênis e prendendo-a com uma fita ou faixa de couro. Para que não balançasse, ele amarrava as pontas da faixa em volta da base do pênis. O resultado era um pequeno fardo denominado de kynodesme. Aparentemente o kynodesme equivaleria ao moderno suporte atlético, sendo associado à supremacia e ao orgulho sexual masculino.

Durante a Idade Média e o início da Renascença na Europa, por volta do séc. XIV, os homens começaram a usar indumentárias que destacavam seu membro. Nessa época casacos e malhas estavam na moda. Com o tempo os casacos foram encurtados até o meio da coxa, de forma que quando um homem sentasse ou se inclinasse, qualquer um poderia observar o desenho dos genitais através da malha. Além disso, os sacos de dinheiro que eram usados na lateral do corpo, passaram para a região frontal. As espadas e punhais eram usados atrás dos sacos, balançando sugestivamente entre as pernas. O tapa-sexo chegou ao topo da moda por volta do séc. XV. Eles eram acolchoados para o pênis e os testículos. Podiam ser coloridos e eram pra ser vistos. Os mais extravagantes tinham o formato de pênis ereto apontando para cima. Os tapa-sexos também eram usados pelos homens para carregar moedas, doces e lenços. Enquanto os jovens cavaleiros usavam o tapa-sexo, os monges andavam nus debaixo dos hábitos.

Alguns historiadores da moda acham que os tapa-sexos foram criados para cobrir os genitais sob casacos curtos. Outros dizem que foram inventados com o objetivo de esconder e proteger os caros tecidos das roupas que usavam das manchas deixadas pelos cremes para sífilis à base de mercúrio. Há quem acredite que surgiram como pedaços de armaduras, quando a cobertura deixou de ser cotas de malhas para ser de pedaços de ferro rebitado, para proteção do membro. De qualquer forma parece ter sido uma moda que os homens adoraram. Imagine estar com uma ereção simbólica e acolchoada o tempo todo. O tapa-sexo saiu de moda por volta do final do séc. XVI, sem nenhum motivo em especial.

Para muitos homens de algumas culturas primitivas, o melhor adereço para o pênis é um forro decorado. O forro pode cobrir apenas a cabeça do pênis, bem como o corpo do mesmo. Assim, no final dos anos 60, os forros para pênis passaram a ser usados na África, América do sul, Nova Guiné, e ilhas do Pacífico Sul. De tamanho e formatos variados, feitos por diversos tipos de materiais (fibras de vegetais trançados, conchas, cabaças, pele, couro, alumínio, marfim, chifre, coco, marfim, bambu, ) podem ser usados sem nenhum outro tipo de cobertura. Em algumas culturas existem forros para uso diário, forros de guerra, forros de festivais. Os forros podem ainda simbolizar o status de um homem, bem como ser apenas modismo.

Existem ainda outras indumentárias, alegorias ou artefatos que foram criados ao longo da história da humanidade. Um pouco de história nunca faz mal, pelo contrário, é através dela que podemos perceber com clareza a importância que a sexualidade tem para todo ser humano, de forma que ela se manifesta em todos os campos, inclusive o da moda.

Sexo e Moda Masculina

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Sexo e Moda Masculina

sexo e moda masculina

No Japão, por volta do séc VIII, alguns xintoístas inventaram um modo de embalar o pênis denominado “Korigami” (arte de embalar o pênis), para aumentar o prazer no sexo. O homem coloca o pênis dentro de uma escultura de papel de um animal. Feito isso ele começa a imaginar que o pênis tem as qualidades do animal e então, ele e a parceira podem realizar as fantasias sexuais inspiradas naquele animal. Esse “encaixe japonês” atingiu seu apogeu entre os séc. IX e XII, mas nos dias atuais ainda há quem o pratique.

Num passeio pela moda podemos encontrar no modo de vestir de um homem o que alguns historiadores da moda chamam de símbolos fálicos.

Entre os séc. XI e XV, os homens usavam sapatos pontudos e longos chamados poulaines. Aparentemente foram inventados para que os pés dos cavaleiros se encaixassem melhor nos estribos. Esses sapatos ganharam popularidade provavelmente por estar relacionada à idéia que o tamanho do pé refletia o tamanho do pênis, amplamente aceita naquela época.

Alguns historiadores da moda consideram os chapéus como “pênis substitutos”. Alguns dizem que assim como as poulaines, a altura do chapéu estaria relacionada ao tamanho do pênis, bem como a autoridade e ao status de um homem. Há quem diga que com o passar dos séculos os chapéus foram diminuindo em sua altura ao mesmo tempo em que crescia a emancipação feminina, como uma representação simbólica de que sua “autoridade estava sendo despedaçada”.

A gravata também pode ser considerada um símbolo fálico. Da maneira com que ela fica lá pendurada, adornando as roupas dos homens. Os homens se esmeram na escolha de suas gravatas tanto quanto na escolha de suas camisas, de forma a completarem um visual bonito, elegante e que agrade também as mulheres, afinal de contas um visual atraente faz parte de uma conquista, mesmo que seja apenas por uma noite de puro prazer.

O terno, apesar de esconder o pênis, também tem sido parte constante da história da moda masculina há mais de cem anos. O homem arruma seu pênis para o lado (o deixa pender para esquerda ou direita), ou o posiciona da maneira que achar mais confortável. Calças largas e frouxas tem sua preferência entre aqueles que gostam de se masturbar, bastando para isso, apenas enfiar a mão nos bolsos da calça e agarrar o pênis sem que seja possível perceber o que está acontecendo.

A moda das calças apertadas, que desde a primeira metade do séc. XIX estavam fora de uso, foi retomada nos anos 60 com o advento do Rock&Roll.; Astros de rock, artistas em geral, além de jovens adolescentes usavam calças apertadas de forma a valorizar o pênis. De tecido, couro ou jeans (muito populares entre caubóis e trabalhadores braçais), qualquer que fosse o material, o importante é que elas tinham de ser muito justas. Alguns ainda usavam um tipo de enchimento ou recheio de forma a aumentar ainda mais o volume do pênis. Isso está documentado em fotos, filmes ou álbuns da época.

Assim, pode-se concluir que o homem também manifesta sua sexualidade ao se vestir. Num passeio pela história falamos de acessórios, adereços e dos trajes e roupas masculinas que tiveram sua importância. As calças jeans (justas ou não) e de couro ganharam seu espaço nos dias atuais e ainda são muito usadas. O homem moderno também encontra nas academias uma forma de se exibir e expressar sua masculinidade usando roupas esportivas de forma a exaltar suas formas. De qualquer forma, seja por vaidade, seja pelo exibicionismo pode-se dizer que o pênis sempre estará em moda.

Sexo Tântrico

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Sexo Tântrico

sexo tântrico

Imagine uma relação sexual que quando começa não tem hora para acabar. Isso mesmo, uma relação onde os parceiros podem experimentar todos os tipos de sensações já descritas e não descritas, levando-os a um prazer intenso depois de horas.

Acredite, isso é possível e essa prática se tornou conhecida por sexo tântrico.

O sexo tântrico tem origem no tantrismo que por sua vez tem origem na tradição esotérica indiana, e desde os tempos mais remotos sua prática é destinada a elevar a mente humana, levando os seus praticantes a um estado superior de conhecimento. Segundo as escolas tântricas o divino não está separado de sua criação, pelo contrário ele se manifesta em todo mundo material e está ao alcance de todos.

Em relação ao sexo, “a prática do tantrismo está ligada às crenças e rituais de sexo e fertilidade desde o neolítico, e sua meta é a liberação pessoal que se estende transcendendo da personalidade à percepção consciente, atingindo um estado de êxtase ou prazer indescritível”.

Assim os hindus acreditam ser possível a perfeita harmonia física e mental de um casal. Este seria o fim mais elevado de vida, podendo ser obtido através do amor, confirmado pela vivência satisfatória da sexualidade do homem e da mulher.

Segundo os hindus o abraço, o beijo, a mordedura, a carícia constituem os elementos mais importantes dos jogos amorosos preliminares, devendo ser usados não somente na fase preliminar, mas também durante e depois. O ato sexual ou coito propriamente dito deverá levar os amantes ao êxtase de todos os sentidos.

Visualize a seguinte cena: a mulher executa uma massagem bem relaxante no homem. Ela utiliza todo o seu corpo nessa massagem. Ela o abraça, o beija, lhe dá pequenas mordidas, utiliza suas unhas e faz movimentos que possibilitem ao parceiro um relaxamento e consciência do seu corpo. Depois é a vez de o homem fazer o mesmo. Isso pode ser feito com óleos e cremes com odores que são apreciados por ambos.

Algumas frutas podem ser utilizadas na massagem, além de estimular o olfato, podem servir de alimento. O ambiente deverá ter uma luminosidade agradável (velas, pouca luz) e poderá também estar aromatizado (incensos, aromatizadores) de forma agradável a ambos. A mesma regra vale para a trilha sonora. Isso poderá levar minutos ou horas, até que o casal decida começar o intercurso sexual. Este por sua vez poderá durar o tempo que o casal permitir, ou seja, eles podem parar e começar quantas vezes quiserem, até atingirem o clímax.

Este é apenas um exemplo do que se pode conseguir num curso de sexo tântrico. Mais que uma técnica de sedução, o curso envolve toda uma filosofia que deve ser aprendida para uma maior compreensão, o que em minha opinião serviria não só para enriquecer sexualmente a vida sexual do casal, mas também como forma de auto-conhecimento.

Sexo nos Tempos Atuais

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Sexo nos Tempos Atuais

sexologia

“Será que as pessoas ainda fazem sexo nos dias de hoje?” Essa brincadeira foi feita por Bárbara Keesling, ao analisar o panorama do sexo americano. Entretanto, acredito que ela possa também ser usada para uma análise do panorama sexual, de modo geral.

Respondendo a pergunta, é claro que sim. Apesar de nos últimos tempos, os seres humanos, terem sido afetados pelas transformações sócio-político-econômico mundial,ou seja, cada vez mais, encontramos pessoas que em função das crescentes pressões profissionais, se queixam da falta de tempo para “curtir”a vida. Além disso, com a modificação na contextualização da masculinidade, o aparecimento da AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis (DST), dos novos modelos de relacionamento, entre outras, quando o assunto é sexo, pode-se dizer que houve uma mudança quanto as regras.

Com a revolução sexual, houve uma alteração radical no papel masculino. Essa transformação, que afetou tanto o ambiente de trabalho, quanto a cama, ocorreu em função das mulheres terem conquistado seu espaço sócio-político-econômico. O mesmo ocorreu em relação a sexualidade. Assim, as mulheres, tanto quanto os homens, passaram a explorar melhor sua sexualidade. Isso significa que falar sobre sexo, deixou de ser um tabu. Mitos e preconceitos foram derrubados, na tentativa de compreender e exercer melhor a sexualidade. O comportamento sexual mudou, de conservador para liberal. Homens passaram a se preocupar com o prazer das mulheres, principalmente o orgasmo.

Com o advento da Aids e outras DST (sífilis, gonorréia, herpes, hepatite B, além de outras), sobreveio o medo de contrair essas doenças, abalando a liberdade de exercer essa sexualidade. A disseminação dessas doenças também contribuiu para uma mudança na forma de se exercitar o sexo: em vez de buscar somente prazer sexual, as pessoas passaram a buscar também satisfação nos relacionamentos. Especialistas acreditam que, enquanto não houver cura, essa percepção continuará por algum tempo.

Por falar no assunto, nunca é demais lembrar: Faça sexo seguro. Use camisinha!

A tecnologia também contribuiu para o aparecimento de novos padrões sexuais. A internet passou a ser usada como um veículo de aproximação. As pessoas passaram a criar vínculos virtuais. Quem não conhece ou nunca ouviu dizer que o relacionamento começou na internet? Ou então a respeito de fazer sexo virtual? Existem ainda sites que divulgam pornografia, promovem encontros, etc. Alguém se lembra da história do canibal que encontrou sua vítima pela internet e que depois de fazer sexo com ele, acabou comendo-o ( na acepção da palavra ) com seu consentimento?

Voltando ao sexo, nos tempos atuais cada um é responsável pelo próprio prazer. Não tente atribuir essa responsabilidade ao outro. Além do sucesso profissional e satisfação imediata, procure buscar também sua realização pessoal, e isso inclui sua vida sexual. Reserve um tempo para você. Se tiver dúvidas, ou quiser saber mais sobre sexo, pesquise sobre o assunto (livros, internet). Procure por especialistas (médicos ou psicólogos), eles, certamente, saberão orientar e esclarecer sobre o assunto.

E se você está buscando resposta para a pergunta como engravidar rápido sugiro que leia até o fim o artigo disponível no link.

Sexo e os Deuses

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Sexo e os Deuses

sexo e os deuses

Desde os primórdios da criação, os costumes dos diversos povos, desde o mais primitivo, até o mais civilizado, sempre tiveram no sexo um horizonte que norteava sua relação com o meio e com os deuses.

Nestes tempos, a religiosidade era muito importante e ditava as normas de conduta como um todo. Em uma sociedade politeísta, haviam deuses responsáveis por várias atividades e que exigiam de seus adoradores sacrifícios em troca de seu favor ou de sua benção. Na área da sexualidade, deuses responsáveis pela fecundidade eram bastante venerados em templos onde servos e sacerdotes tinham como única missão servi-lo e a o seus ditames.

O papel da mulher nestes tempos era um tanto quanto cercada de privilégios, pois advinha dela o fato da geração da vida e isso era muito respeitado. Com o passar do tempo, o homem descobriu-se como parte importante deste sistema procriativo, ocorrendo a partir de então uma mudança em relação a condição feminina, que pouco a pouco, foi perdendo importância na sociedade, terminando por serem consideradas apenas como mercadorias passiveis de serem trocadas ou vendidas, conforme a conveniência da tribo.

É sabido que, no arquipélago das Fiji até o inicio do século passado, as mulheres que, além de serem tratadas como escravas serviam como artigos de comércio, podendo serem engordadas e até mesmo comidas pelos seus donos, como se fossem gado. Em muitas sociedades ancestrais, primitivas ou não, onde o conceito da poligamia fazia parte dos costumes, a quantidade de mulheres ou esposas que um homem possuía era diretamente proporcional a sua importância e prestigio perante a comunidade.

Porém, mesmo diante declínio em relação a mulher, as deusas representadas pela figura feminina e que significavam a fonte da fertilidade, do crescimento e da reprodução da vida, ainda continuavam a ser cultuadas pelo povo, o qual mantinha estreita devoção. Vários eram os nomes, de acordo com a região, como por exemplo, Afrodite na Grécia, Fréya na Escandinávia ou Ishtar na Babilônia.;

Sítios arqueológicos, datados do período Neolítico, provaram esta veneração através de santuários com estatuas e pinturas rupestres representando a importância feminina na figura de uma deusa.

O relacionamento sexual nesta época era marcada por uma enorme influência na relação Deus-mortal, onde acredita-se que a vida sexual de um casal estivesse intimamente vinculada a rituais de acasalamento e procriação sob prévia aprovação do deus..

Muitos destes rituais talvez iniciassem no próprio templo, coordenados pelo sacerdote ou sacerdotisa, entre danças de caráter eminentemente voltadas à erotização, com o objetivo principal de liberar o instinto do desejo dos participantes, preparando-os de certa forma para o ato sexual em si.

Estes rituais ainda hoje permanecem como resquício de cultos antigos em diversas festas populares referentes a plantios e colheitas e práticas religiosas sendo o reflexo de cerimoniais antigos relativos a sexualidade e ao erotismo.