História do Viagra

História do Viagra

No Comment
Uncategorized

História do Viagra

história do viagra

O Viagra, cujo nome genérico é Citrato de Sildenafil, foi aprovado pelo FDA (órgão que regula medicamentos e alimentos nos EUA) em 1998 como o primeiro opção de tratamento não-cirúrgico para disfunção erétil que não necessita ser injetado ou introduzido no pênis. Surpreendentemente, este medicamento tão moderno e inovador foi quase descoberto por acidente.

Originalmente a droga foi testada pela Pfizer Pharmaceuticals como um medicamento para o coração. Esses estudos foram encerrados em 1992 devido a resultados insatisfatórios da medicação em pacientes sofrendo de dor no peito.

Entretanto, os pesquisadores da Pfizer notaram algumas propriedades no citrato de sildenafil que poderia lançar uma nova luz sobre o tratamento de disfunções eréteis. Testes então confirmaram que a substância realmente poderia ser uma esperança para homens que eram incapazes de manter uma ereção por tempo suficiente para atividade sexual normal.

Testes clínicos envolveram pacientes com idades variando de 19 até 87 anos que sofriam de disfunções eréteis devido aos seguintes problemas: traumas graves na espinha vertebral, diabetes, histórico de cirurgias na próstata e também pacientes com causas não-identificadas de disfunção sexual. Alguns dos pacientes também apresentavam problemas agravantes como hipertensão e problemas nas coronárias. Os diversos testes foram feitos com 3700 pacientes escolhidos aleatoriamente em todo mundo, com controle de placebo, levando à aprovação do citrato de sildenafil apenas seis meses depois, graças aos resultados bastante satisfatórios e que não apresentaram efeitos colaterais muito significativos.

As notícias sobre essa milagrosa pílula azul se espalharam rapidamente em meio a comunidade médica e também na mídia em geral. Na época foi difícil passar a informação de que o Viagra era um medicamento sério, comprovado e controlado e não apenas um afrodisíaco. A substância age na resposta do paciente ao estímulo sexual e não apenas provocando uma simples ereção do pênis. Isso significa que se um homem usando Viagra não receber qualquer estímulo sexual de qualquer forma, o medicamento simplesmente não irá ter efeito. Os efeitos do Viagra age bloqueando uma enzima em particular, chamada phosphodiesterase tipo 5, que é a enzima que anula outros componentes químicos responsáveis pela ereção do pênis.

O uso do citrato de sildenafil é controlado desde que sua eficácia foi comprovada. Desde então, seu custo elevado foi a razão principal pela qual a substância não é usada em uma escala maior. Tanto para os serviços de saúde como para os pacientes que usariam uma receita de Viagra o preço ainda é alto, ainda que bem menor se comparado às outras opções de tratamento disponíveis. A quantidade de pessoas procurando por uma alternativa ou uma maneira de reduzir esses custos levou a vendas ilegais, contrabando e a produção de substitutos de Viagra ilegais de baixíssima qualidade e Viagra genérico. Essas imitações devem ser terminantemente evitadas. Como é impossível de saber de que exatamente foi feita a pílula, seu uso pode ser extremamente perigoso. A única maneira segura de comprar Viagra é em uma farmácia conhecida e de confiança (o que descarta totalmente qualquer tipo de sex shop). Você também pode encomendar Viagra online em farmácias virtuais, onde você poderá encontrar também amostras de Viagra, mas dependendo da região, isso poderá acarretar questões éticas, legais ou de segurança.

Existem diversas outras substâncias sendo testadas (especialmente na Inglaterra) para produzir novos medicamentos para controle de disfunções sexuais masculinas. Pesquisadores acreditam que dentro dos próximos anos esses medicamentos alternativos para o Viagra já estarão disponíveis apresentando uma maior eficácia na inibição da phosphodiesterase tipo 5 e efeitos colaterais mais suaves. É também esperado que os cientistas produzam drogas que agirão diretamente no cérebro, trazendo resultados ainda melhores.

Deixe uma resposta