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Pompoarismo: Sua Importância e Técnicas

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Pompoarismo: Sua Importância e Técnicas

Pompoarismo

Todas as mulheres deveriam treinar a arte do pompoarismo, hoje é possível, inclusive, fazer um curso de pompoarismo online. Além de ajudar o casal a ter mais prazer, prazer, ela ainda protege as mulheres da incontinência urinária, diminui inflamações vaginais e desenvolve os músculos vaginais, tornando-os mais fortes e flexíveis. O pompoarismo consiste em contrair e relaxar os anéis musculares da vagina, pelo menos por dez minutos por dia, e fazer isso durante a relação sexual para acariciar, sugar e apertar o pênis e dar boas sensações ao parceiro.

Muitas mulheres também dizem que, com o pompoarismo, elas podem sentir que são virgens novamente e ter orgasmos mais intensos e freqüentes, e até mesmo orgasmos múltiplos. Em apenas uma semana fazendo exercícios de pompoarismo as mulheres podem notar a diferença. Elas podem ter o domínio dos músculos vaginais em dois meses, dependendo da freqüência dos exercícios. Estes podem ser realizados a qualquer hora do dia e podem ser repetidos ao longo da vida. Eles também podem facilitar o parto normal e o restabelecimento da musculatura vaginal depois dele, por exercícios diários.

O pompoarismo melhora a circulação sanguínea da área pélvica, resultando em um equilíbrio hormonal para mulheres de todas as idades, ajudando nos problemas da menopausa, como ansiedade e depressão. Alguns exercícios básicos de pompoarismo são feitos pela mulher sentada em uma cadeira e suas mãos nos joelhos, com os pés paralelos. Então, ela inspira contraindo os músculos da vagina, como se ela estivesse segurando algo dentro, conta até 30 e relaxa, expirando. Ela tem de fazer isso repetindo todo o exercício durante dez minutos.

Outro exercício consiste em contrair e relaxar os músculos vaginais, enquanto a mulher está de pé, como se ela estivesse pulsando, por dez minutos também. Os exercícios de pompoarismo têm variações, mas sua base é contrair e relaxar os músculos vaginais. Algumas mulheres treinadas podem sugar objetos como bolinhas de ping-pong e lançá-las para fora pela contração dos anéis vaginais. Outras mulheres também conseguem fumar cigarros colocados entre os lábios vaginais com o pompoarismo. A prática do desenvolvimento dos músculos vaginais aumenta a auto-estima das mulheres e seus relacionamentos.

A Masculinidade nos EUA

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A Masculinidade nos EUA

masculinidade os eua

O que faz um homem ser homem, e uma mulher ser mulher? Sob o ponto de vista construtivista, entende-se que o gênero é criado socialmente. É certo que os indivíduos nascem com determinadas características biológicas que os tornam machos ou fêmeas. No entanto, é no âmbito do social que eles irão aprender a ser homens ou mulheres. O que ocorrerá a partir da assimilação de comportamentos tidos, cultural e socialmente, como masculinos ou femininos. O gênero (construído) é um conjunto de vários aspectos, atributos e atitudes que são dotados de significado.

Vamos tomar como exemplo o caso da masculinidade. Nas ciências humanas, especialmente na antropologia, há o consenso de a masculinidade: a) varia conforme a cultura; b) varia com o tempo dentro de uma mesma cultura; c) varia entre os homens dentro de uma mesma cultura; e, d) varia entre as diferentes fases do desenvolvimento individual de um homem. E ainda há o consenso de que a masculinidade seja criada sobre desigualdades: de sexo, idade, etnia, etc. Ou seja, a constituição de gênero se dá sobre aspectos em constante variação. Em cada sociedade e em cada época existem modelos do que seja “ser homem”, por exemplo.

Michael S. Kimmel, em seu livro “Manhood in America (1996)”, faz uma interessante classificação dos vários tipos de masculinidades criados nos Estados Unidos. Segundo o autor, no final do século XVIII existia o modelo de masculinidade do Patriarca Gentil. A sua identidade se baseava na posse de terra, o cuidado de seus domínios, a afeição com sua família, cordialidade, elegância e uma certa sensualidade. Aspectos que podem ser visualizados nas figuras históricas de George Washington e Thomas Jefferson.

Na mesma época, e em contraste ao Patriarca Gentil, Kimmel identifica o modelo de masculinidade do Artesão Heróico. Suas características são: ter força física; ser um artesão independente e urbano; e, ser dono de seu próprio negócio. Segundo o autor, em seguida, na primeira metade do século XIX, surgiu um novo modelo de masculinidade: a do Self-Made Man. Nesse caso, a masculinidade deveria ser demonstrada no mercado econômico. Ilustra esse modelo o homem de negócios, e o empresário urbano que se fez pelas próprias forças. Ele tem pouco tempo de convívio familiar, mostra sua ascensão (e masculinidade) na aquisição vultosa de bens e, “vive” tentando provar sua capacidade, sucesso e ascensão.

Na minha opinião, podemos refletir que nesse processo está a oposição entre winner e loser. Ou seja, ser um vencedor significa acrescentar mais um aspecto à imagem masculina do indivíduo. Nesse caso, é ser “mais homem”. Ao contrário, o loser é o perdedor, o fraco, o “menos homem”. Sendo assim, a masculinidade também é criada e demonstrada a partir da oposição com o “outro”. Esse “outro” pode ser tanto o perdedor, como as mulheres, os gays, as etnias diferentes e os indivíduos com estilos de vida diversos.

No contexto urbano dos dias atuais, há o convívio simultâneo de diferentes modelos de masculinidade. Por exemplo, ser um homem empresário significa cultivar uma série de atitudes desse grupo de homens. Ser um homem trabalhador braçal em construções, significa cultivar outras atitudes que o tornam masculino. E, ser um homem no circuito artístico, o condiciona a cultivar outras atitudes entendidas como masculinas. Todos são homens e masculinos dentro de seus respectivos grupos.

Contemporaneamente surgiu um novo modelo de masculinidade: o metrossexual. Não é um modelo hegemônico, vindo a conviver com outros modelos. O homem metrossexual é caracterizado, basicamente, por ter um grande cuidado com sua aparência. Geralmente são de classe média e alta, o que possibilita que gastem muito dinheiro com produtos de beleza destinados a homens. Aliás, o surgimento desse novo tipo de comportamento suscitou o crescimento do mercado voltado a esse tipo de consumidor.

Novos modelos irão surgir. Devemos estar cientes da fluidez com que eles são criados e cultivados. Atitudes preconceituosas e de discriminação, em muito estão atreladas à afirmação de uma masculinidade. Principalmente aquelas atitudes voltadas contra mulheres, gays e etnias diversas. Os modelos de gênero, tanto masculinos como femininos, existem em todas as sociedades. O problema surge quando esses modelos sufocam os indivíduos rotulados como “diferentes”.

Masturbação na Antiguidade

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A Masturbação nas Culturas Antigas

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masturbação era encarada de muitas formas diferentes pelas culturas antigas. Ela é um hábito natural que tem sido praticado pela sociedade desde o passado. De acordo com alguns intérpretes, há mesmo alguns desenhos de masturbaçãomasculina em pinturas pré-históricas na pedra em todo o mundo. A masturbação nas culturas antigas era comumente permitida e hoje é lembrada por lendas e contos. Algumas pinturas antigas mostram homens e mulheres masturbando-se, e outras partes do mundo têm a auto-estimulação em monumentos. Um cemitério neolítico na Grécia, por exemplo, tem a figura de um homem masturbando-se.

Algumas culturas antigas também costumavam considerar a masturbação como uma atividade sexual fortalecedora e criativa. Há uma lenda que diz que o deus egípcio Osíris criou o mundo por um ato de masturbação. Outro mito egípcio diz que o deus sol, Atom, criou os dois primeiros seres humanos da terra através da masturbação. Este é o motivo da masturbação ter se tornado importante nesta cultura antiga: porque ela era considerada um ato mágico ou criativo. Um mito grego similar também envolvia seus deuses. Nesta lenda, Hermes ensinou Pan a masturbar-se.

Na Grécia antiga, a masturbação era uma atitude natural, normal e saudável para substituir outras formas de atividade sexual. Ela era considerada uma forma segura contra a frustração sexual. Por esta razão, há várias artes e escritas gregas sobre a masturbação feminina e pinturas que mostram a masturbação masculina como parte da vida diária, e não um vício ou uma virtude. Ela começou a ser julgada quando o Império Romano dominou, porque os romanos costumavam distingüir o vício da virtude e associavam a masturbação à desonra e ao distúrbio.

A cultura antiga dos Sumérios, que inventaram a primeira linguagem escrita, tinha referências ao seu deus Enki masturbando-se e a ejaculação dele preenchendo o rio Tigre como fluído. Com a influência crescente da Igreja Católica e outras religiões, porém, a masturbação começou a ser condenada e julgada como uma prática pecaminosa, como sinal de fraqueza e decadência. A religião ainda tem maior influência nos dias de hoje, mas a prática da masturbação atualmente foi desmistificada pela medicina, que provou que ela é saudável e inofensiva.

Impacto do AIDS na Sexualidade

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Impacto do AIDS na Sexualidade

aids e sexualidade

O impacto da AIDS nos estudos sobre sexualidade começa pela sua desvinculação exclusiva a um problema médico-epidemiológico, e a sua associação a um fenômeno social. Dessa forma, procurou-se investigar o impacto da AIDS em questões tratadas em estudos de sexualidade, tais como homossexualismo, gênero e práticas sexuais. Com a epidemia houve um incremento das pesquisas sobre sexualidade com vista a descobrir formas de prevenção da doença. Vinculada aos estudos de sexualidade, a descoberta da AIDS propiciou uma certa “descoberta” do homossexualismo. Inicialmente, a homossexualidade foi associada negativamente à doença. Com o passar do tempo, o acúmulo de pesquisas a respeito do tema e a presença ostensiva dele na mídia, a opção sexual se transformou em assunto de discussão no senso comum. Além disso, foram realizados estudos para verificar como a doença incidia na construção de gênero.

O início da década de oitenta marcou a descoberta da AIDS. Nesse momento ela foi fortemente associada, pelo senso comum, como sendo uma doença transmitida por homossexuais. No Brasil, o contexto social era de abertura política. Embora ainda pouco expressivos, os espaços e estilos de vida homossexuais recém iam tomando forma. Eles ainda não estavam tão consolidados como nos Estados Unidos ou na Europa. A “chegada” da AIDS no Brasil impulsionou a criação e consolidação dos movimentos de defesa dos direitos dos homossexuais. A partir de então, a AIDS foi se colocando como um marco pelo qual giravam os estudos sobre sexualidade. Em busca da prevenção da epidemia, as ciências humanas começaram a lidar com a heterogeneidade do homossexualismo. Ao invés de tratá-lo de modo homogeneizado, os pesquisadores lidavam com a diversidade de práticas homossexuais e formas possíveis de prevenção da doença. O resultado foi a “descoberta” de vários grupos (gays, lésbicas, travestis…) cada qual reivindicando seus direitos e espaço na sociedade.

Diante da AIDS também foi possível observar aspectos da construção de gênero e orientação do comportamento sexual. Existem comportamentos diferentes em relação à doença dependendo da variável sexo – masculino ou feminino. Nesse caso, a resistência masculina em aceitar a doença estava atrelada, também, ao estigma de ter sido inicialmente associada a uma “epidemia homossexual”. E ainda, a discussão a respeito das relações extra conjugais ganhou espaço. Isso foi decorrente da orientação da necessidade de se utilizar preservativo mesmo em uma relação “estável”. Também podemos perceber um incremento da discussão a respeito da iniciação sexual de jovens. O tema ganhou espaço na mídia, especialmente em campanhas orientando a utilização de preservativos.

A partir da AIDS coexistem vários níveis de percepção da realidade. Eles variam, por exemplo, entre estigma, poder, espaço social, vida, morte, gênero, homo e heterossexualidade, e assim por diante. A percepção da epidemia envolveu uma série de fatores culturais e sociais. Tivemos uma relação estreita entre produção de conhecimento científico e intervenção na doença, um incidindo sobre o outro. Teoricamente, além de ser tratado como um fenômeno social, procurou-se perceber o impacto da AIDS no nível simbólico da realidade social. As transformações trazidas pela doença reforçaram a idéia de que a sexualidade é resultado de uma construção e está sujeita à modificações. Metodologicamente, os grupos organizados a partir da questão da AIDS constituíram um campo de estudos sobre a sexualidade humana.

História do AIDS

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História do AIDS

O HIV é um vírus que ataca o sistema imunológico humano, eliminando-o e levando o organismo a sucumbir diante de uma série de outros vírus e bactérias que normalmente poderiam ser combatidos e vencidos.

Os primeiros casos foram conhecidos no início dos anos 80, e o seu surgimento súbito deu margem a muitas especulações sobre a origem do vírus. Como vivia-se ainda o período da Guerra Fria, foi levantada a hipótese de que tivesse “vazado”, acidental ou propositalmente, de um laboratório dedicado a produzir armas bacteriólogicas. Essa é uma hipótese remota, mas bem menos fantasiosa do que outras que pregavam que aquele era um castigo de Deus aos pecadores sodomitas, pois a população homossexual masculina foi a primeira a ser atingida. Na época, ela era a mais vulnerável, graças à novos comportamentos e liberdades que conquistara depois da “Revolução Sexual” dos anos sessenta (amor livre, sexo por prazer).

Todavia, a hipótese mais consistente aponta para uma mutação natural de um vírus presente em algumas espécies de macacos e que nunca ameaçara os humanos. De fato, o convívio concentrado e maciço de várias espécies diferentes, como humanos, aves e porcos no sudeste asiático, por exemplo, propicia que, por simples probabilidade (oferta de hospedeiros), mutações de vírus exclusivos daqueles animais tenham chance de passar a infectar também os humanos: vide a “gripe do frango”. A continuarem as grandes concentrações humanas, em condições precárias, como as citadas, pode-se esperar, para o futuro, surgimento de novos tipos de “hiv” e de “gripes” extremamente letais, como foi a Gripe Espanhola, em 1917, ou a Peste Negra, que dizimou um terço da população européia na Idade média. Esta última também chegou a Gênova em um navio vindo do sudeste da Ásia…

Impacto do Viagra nos USA

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Impacto do Viagra nos USA

A popularização do Viagra nos EUA era algo até mesmo previsível. Para uma nação que consome uma enorme quantidade de uma droga como o Prozac como desculpa para praticamente tudo (já que para algumas pessoas, mesmo uma dor de cabeça já é motivo para engolir logo um), parece bastante óbvio que uma pequena pílula azul com formato de diamante que devolve a capacidade de aproveitar a vida sexual por cerca de 7 dólares e sem maiores perguntas causaria uma correria em massa para escritórios de urologistas e farmácia em todo o país.

De acordo com uma recente pesquisa sobre medicamentos, as vendas do Viagra pela Pzizer Medicamentos compreendem hoje cerca de 79% de todo o mercado de drogas contra a impotência sexual, com cerca de 40.000 receitas de Viagra prescritas cada dia (o Prozac, para compararmos, gera 70.000 por dia). Além disso, devemos lembrar que a Pzizer não lançou nenhuma campanha de marketing maciço e que não há ainda nenhum outro medicamento cientificamente comprovado que possa ser considerado um Viagra alternativo.

Como uma conseqüência para essa caça logo após o Viagra ter sido lançado no mercado, as pessoas começaram a procurar por maneiras de conseguir preços mais baixos ou acesso mais fácil e sem precisar de receita. Conseqüências como contrabando, fabricação de Viagra genérico, Viagra natural e encomendas de Viagra Online se tornaram corriqueiros, levantando diversas questões legais, éticas e sociais.

Algumas pesquisas também apontam que os efeitos do Viagra possam estar agindo de uma maneira bastante inesperada. Um produto que fora inicialmente produzido para salvar casamentos estaria na verdade destruindo relacionamentos. Homens que estão utilizando Viagra para reavivar a vida sexual estão se deparando um relacionamento tedioso, lugar-comum, e então começam a buscar aventuras fora de seus casamentos. Existem casos de ex-esposas tentando culpar o Viagra no tribunal, como responsáveis pelo fim de seus casamentos.

As comparações entre o Viagra e o Prozac não se limitam apenas às altas vendas. Ambos os medicamentos tem sido usados como uma espécie de substituto para a felicidade, por algumas pessoas. Além dos pacientes que realmente precisam da medicação devido à óbvias complicações referentes a sua sexualidade, existem homens de todas as idades começando a usar Viagra como uma desculpa para uma única falha na cama após um dia cansativo de trabalho. O uso do Viagra para mulheres também demonstra o caráter de Santo Graal sexual que o Viagra vem assumindo.

Aparentemente, não é apenas nas camas de milhares de casais americanos que o a pílula azul vem causando confusão. As ações da Pzizer Medicamentos quase triplicaram graças às vendas de Viagra, colocando subitamente a companhia como número 2 no ranking das indústrias farmacêuticas dos EUA.

História do Sexo no Cinema

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História do Sexo no Cinema

cinema e sexualidade

Amor, paixão, sexo, romances e escândalos sempre fizeram parte da história do cinema desde o início de sua existência. Alguns filmes famosos que marcaram época, merecem ser citados e apreciados por apresentarem algumas peculiaridades.

  1. O Último Tango em Paris, 1972, teve como protagonista o ator Marlon Brando. Aqui o personagem procura se livrar da perda da mulher que se suicida. Uma das cenas teria chocado multidões. Nela, o personagem unta com manteiga as nádegas de uma garota francesa, interpretada pela atriz Maria Schneider, fazendo com ela sexo anal.
  2. O Império dos Sentidos, 1975, do diretor Nagisa Oshima, foi baseado numa história da vida real, onde uma prostituta e seu cafetão se unem até as últimas conseqüências numa prática de sexo incessante. O filme teria sido o primeiro filme comercial com cenas criativas e explicitas de sexo.
  3. Atração Fatal, 1987, protagonizado por Michael Douglas e Glenn Close, é a história de um advogado, bem casado que tem uma relação extraconjugal cujas conseqüências terminam em tragédia. A cena de sexo feita na cozinha foi considerada por muitos, marcante.
  4. Instinto Selvagem, 1992, teve como protagonistas a atriz Sharon Stone e o ator Michael Douglas. Ela é a suspeita de um crime e ele é o detetive que investiga o caso. Durante as investigações, ambos acabam se envolvendo. Cenas tórridas de sexo e a famosa cruzada de pernas da personagem continuam na memória de quem assistiu à fita.
  5. Corpo em Evidência, 1992, protagonizado por Madonna e Willian Dafoe é a história de um milionário que é encontrado morto após uma overdose de sexo. A principal suspeita é Rebecca que vai a julgamento. Seu advogado é seduzido por ela, passando a viver várias fantasias. A cena mais marcante do filme talvez seja a que a personagem de Madonna despeja cera quente de vela sobre o corpo do advogado.
  6. 9 ½ semanas de amor, 1986, é a história de um homem misterioso e discreto (Mickey Rourke) que seduz uma bela mulher (Kim Basinger), envolvendo-a em jogos sensuais. O filme marcou época pela ousadia das fantasias e jogos sexuais que foram mostrados com maestria pelos protagonistas do filme.
  7. Janela Indiscreta, 1954, clássico de Hitchcook, um fotógrafo (James Stewart) quebra perna e ó obrigado a ficar em casa, passando todo tempo a observar as janelas dos apartamentos em frente ao seu, até o dia em que presencia um “crime”.

Existem vários filmes que poderiam ser citados, e só não o faço por falta de espaço. Acredito que de alguma maneira, somos envolvidos por suas histórias que acabam marcando nossas vidas. Quanto ao sexo, que aparece das mais variadas formas no cinema, pode-se dizer que essas cenas acabam se tornando também uma fonte inspiradora para o enriquecimento da vida a dois.

História do Viagra

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História do Viagra

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O Viagra, cujo nome genérico é Citrato de Sildenafil, foi aprovado pelo FDA (órgão que regula medicamentos e alimentos nos EUA) em 1998 como o primeiro opção de tratamento não-cirúrgico para disfunção erétil que não necessita ser injetado ou introduzido no pênis. Surpreendentemente, este medicamento tão moderno e inovador foi quase descoberto por acidente.

Originalmente a droga foi testada pela Pfizer Pharmaceuticals como um medicamento para o coração. Esses estudos foram encerrados em 1992 devido a resultados insatisfatórios da medicação em pacientes sofrendo de dor no peito.

Entretanto, os pesquisadores da Pfizer notaram algumas propriedades no citrato de sildenafil que poderia lançar uma nova luz sobre o tratamento de disfunções eréteis. Testes então confirmaram que a substância realmente poderia ser uma esperança para homens que eram incapazes de manter uma ereção por tempo suficiente para atividade sexual normal.

Testes clínicos envolveram pacientes com idades variando de 19 até 87 anos que sofriam de disfunções eréteis devido aos seguintes problemas: traumas graves na espinha vertebral, diabetes, histórico de cirurgias na próstata e também pacientes com causas não-identificadas de disfunção sexual. Alguns dos pacientes também apresentavam problemas agravantes como hipertensão e problemas nas coronárias. Os diversos testes foram feitos com 3700 pacientes escolhidos aleatoriamente em todo mundo, com controle de placebo, levando à aprovação do citrato de sildenafil apenas seis meses depois, graças aos resultados bastante satisfatórios e que não apresentaram efeitos colaterais muito significativos.

As notícias sobre essa milagrosa pílula azul se espalharam rapidamente em meio a comunidade médica e também na mídia em geral. Na época foi difícil passar a informação de que o Viagra era um medicamento sério, comprovado e controlado e não apenas um afrodisíaco. A substância age na resposta do paciente ao estímulo sexual e não apenas provocando uma simples ereção do pênis. Isso significa que se um homem usando Viagra não receber qualquer estímulo sexual de qualquer forma, o medicamento simplesmente não irá ter efeito. Os efeitos do Viagra age bloqueando uma enzima em particular, chamada phosphodiesterase tipo 5, que é a enzima que anula outros componentes químicos responsáveis pela ereção do pênis.

O uso do citrato de sildenafil é controlado desde que sua eficácia foi comprovada. Desde então, seu custo elevado foi a razão principal pela qual a substância não é usada em uma escala maior. Tanto para os serviços de saúde como para os pacientes que usariam uma receita de Viagra o preço ainda é alto, ainda que bem menor se comparado às outras opções de tratamento disponíveis. A quantidade de pessoas procurando por uma alternativa ou uma maneira de reduzir esses custos levou a vendas ilegais, contrabando e a produção de substitutos de Viagra ilegais de baixíssima qualidade e Viagra genérico. Essas imitações devem ser terminantemente evitadas. Como é impossível de saber de que exatamente foi feita a pílula, seu uso pode ser extremamente perigoso. A única maneira segura de comprar Viagra é em uma farmácia conhecida e de confiança (o que descarta totalmente qualquer tipo de sex shop). Você também pode encomendar Viagra online em farmácias virtuais, onde você poderá encontrar também amostras de Viagra, mas dependendo da região, isso poderá acarretar questões éticas, legais ou de segurança.

Existem diversas outras substâncias sendo testadas (especialmente na Inglaterra) para produzir novos medicamentos para controle de disfunções sexuais masculinas. Pesquisadores acreditam que dentro dos próximos anos esses medicamentos alternativos para o Viagra já estarão disponíveis apresentando uma maior eficácia na inibição da phosphodiesterase tipo 5 e efeitos colaterais mais suaves. É também esperado que os cientistas produzam drogas que agirão diretamente no cérebro, trazendo resultados ainda melhores.

História do Biquíni

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Sensualidade e biquíni

sensualidade e biquíni

Verão! Época de, entre outras coisas, biquíni. Pequenos, grandes, coloridos e de diversos materiais. Onde haja água, lá estão os biquínis: praia, piscina, rio, lagoa… E vendo tantos, somos seduzidos a pensar um pouco nessa pequena, mas extremamente simbólica, vestimenta feminina.

O que é um biquíni? É uma roupa de banho feminina formada por duas peças. Uma delas é utilizada para cobrir os seios. A outra é utilizada para cobrir a púbis e (um pouco) da nádega. A história mais recente nos conta que ele foi, nos últimos cem anos, gradativamente reduzindo o seu tamanho. Não é a intenção aqui entrar na questão evolutiva dessa peça de vestuário. Nem tratar de diferenças regionais, tais como as que fazem com que os biquínis norte americanos sejam maiores que os brasileiros. Vamos nos centrar no momento presente, independentemente de onde estejamos. O leitor mais realista talvez logo pense: o biquíni é a mesma coisa que uma calcinha e sutiã, só que de lycra. Vamos nos apegar ao pensamento desse suposto leitor para desenvolver um raciocínio a respeito da sensualidade e do erotismo.

As “boas maneiras” ocidentais ditam que as peças íntimas do vestuário feminino devam ser escondidas. Claro, nada tão rigoroso como em certas culturas orientais nas quais as mulheres não mostram nem o rosto. Aliás, nem um pouco rigoroso. Hoje em dia, principalmente entre as jovens, é comum ver aparecer alças de sutiã e cós de calcinhas. Em alguns casos, as roupas um tanto transparentes e em tons claros, levam o observador a ter “visão de super-homem” e a enxergar através da roupa da mulher. Saias curtas também revelam, em momentos de descuido, a cor da calcinha. Os homens são cultural e tacitamente ensinados a sentir, nessas ocasiões, um pouco de sedução, sensualidade e até mesmo erotismo. Esse sentimento pode variar entre os mais moderados até os mais fortes. Não vamos entrar nesse assunto, ficaremos no biquíni.

O leitor concordará comigo que seria um absurdo, talvez atentado ao pudor, uma mulher utilizar calcinha e sutiã para, por exemplo, tomar banho de sol na areia da praia. Mas por que isso? Muitas vezes, tanto biquíni quanto calcinha e sutiã, possuem o mesmo tamanho. Em alguns casos, o material de um é utilizado na confecção do outro. Então pergunto: por que, por exemplo, perceber em um descuido a cor da calcinha da mulher gera um sentimento de sensualidade (e, talvez, erotismo), o mesmo não acontecendo na situação da praia, em que a mulher veste biquíni? Se houvesse um “grau de nudez”, na praia a mulher está muito mais nua. Esse fator isolado não garante a sensualidade e o erotismo da maneira como está sendo discutido aqui. Biquínis “minúsculos” são permitidos em área pública. O mesmo não acontece com calcinhas e sutiãs, mesmo sendo “enormes”.

Da breve argumentação trazida aqui, somos levados a refletir que sensualidade e erotismo não dependem estritamente de fatores objetivos, tais como “grau de nudez”. Existem diversos simbolismos envolvidos que fazem com que determinadas situações sejam sensuais. Uma mulher de biquíni na praia é uma situação normal. O mesmo não acontecendo com um mulher de calcinha e sutiã, mesmo que o tamanho e o material sejam os mesmos. O primeiro é uma “roupa de banho”. O segundo é uma “roupa íntima”. Sendo que os indivíduos enxergam no primeiro um determinado tipo de vestimenta e no segundo, um outro tipo. Mas o biquíni não é soberano. Possivelmente seria uma situação muito estranha uma mulher andando de biquíni pelas ruas da cidade (longe da praia). E isso nunca acontece? Claro que acontece. Nas noites de carnaval e próximo ao local de desfile das escolas de samba isso é muito comum, já que várias fantasias são elaboradas tendo como base esse vestuário. Então por que tal variação?

Os seres humanos, vivendo sob a égide da cultura, enxergam o mundo simbolicamente (sendo que isso os torna diferente dos animais). Tanto vestimenta, quanto espaço e tempo são percebidos de modo simbólico. Isso significa que, por exemplo, pode haver um biquíni igualzinho a um conjunto de calcinha e sutiã, mas o primeiro se usa na praia, e o segundo por baixo da roupa. O primeiro se usa no espaço da praia e não pelas ruas da cidade. A não ser que seja em um determinado tempo. Nesse caso, no “tempo” do carnaval. Seios a mostra em um desfile de carnaval pode parecer muito natural, o mesmo não acontecendo em uma praia. Dependendo da praia.

Se quiséssemos concluir, diríamos que sensualidade e erotismo são construídos culturalmente e, entre outras diversas situações, surgem em momentos de discrepância. Por exemplo, uma mulher usando uma saia e uma blusa com um decote ousado, em um ambiente formal, parecerá sensual, mas inadequado (aos mais conservadores). A mesma roupa também será inadequada no ambiente de praia (mas não às coreanas, que costumavam ir à praia vestidas “socialmente”). Mostrar um “pedacinho” da calcinha ou do sutiã é aceitável. Mas a mulher que ficar de roupa de baixo na praia encontrará problemas!

Obs.: As mulheres, principalmente as feministas, me desculpem pelo ponto de vista, por vezes, um tanto andrógeno. O termo “leitor” refere-se tanto a homens quanto mulheres, como no inglês “reader”, independentemente de gênero.

A Paixão pelo Kama Sutra na Vida Moderna

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A Paixão pelo Kama Sutra na Vida Moderna

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Kama Sutra é provavelmente o mais famoso e popular livro sobre sexo já escrito. Na época de sua publicação (aproximadamente 320-540 D.C.), o Kama Sutra era um importante documento sobre os costumes sexuais e sociais da antiga Índia. Seu autor não somente escreveu sobre amor e sexo, mas o livro também possuía um forte contexto espiritual e social.

Mas o que há de tão intrigante no Kama Sutra que continua fascinando pessoas através dos séculos até os dias de hoje? Que valor tal livro pode ter em nossa vida sexual no presente? O fato é que hoje, a maioria das pessoas desconhece o aspecto cultural que o Kama Sutra tinha na época em que foi escrito. Hoje, a única imagem que as pessoas tem das posições do Kama Sutra é algo acrobático, algumas vezes impossível de realizar. Parece que tudo gira em torno de um certo pensamento como “eu preciso ser um especialista, praticar todas as posições e então eu vou levar meu parceiro a loucura”. O foco é apenas em alcançar alguma posição do Kama Sutra que pareça impossível e ter um orgasmo enlouquecedor.

Na verdade, não é necessariamente errado vasculhar a internet em busca de websites com fotos do Kama Sutra ou os chamados Kama Sutra Online, mas as pessoas estão perdendo uma importante parte da lição que o livro pode nos ensinar. Mesmo tentando realizar as posições do Kama Sutra, se nos concentrarmos na intimidade, proximidade e na relação em si e não somente no ato sexual.

É óbvio que você pode impressionar seu parceiro aparecendo com um monte de idéias malucas na cama, mas e depois? Qual o propósito de memorizar um livro do Kama Sutra inteiro, mas falhar em outras características essenciais para manter um relacionamento saudável e estável? Mesmo naquelas relações baseadas somente no sexo e na atração física, ter um pouco mais para oferecer pode trazer resultados interessantes.

Existe também a idéia geral do Kama Sutra como sendo algo exótico, que inspira as pessoas a procurar por algo novo e misterioso (de certo modo o mesmo que acontece com a relação entre a sexualidade e culinária exótica).

Sinta-se livre para explorar sua sexualidade vasculhando a web em busca de um Kama Sutra virtual ou mesmo comprando um livro do Kama Sutra. Mas não esqueça que precisará de muito mais do que isso para fazer de você um verdadeiro Don Juan.

Para mergulhar em um contexto espiritual que lhe apresente sugestões para atrair e manter um relacionamento afetivo saudável e estável visite o seguinte website.